Mostrando postagens com marcador Conhecimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Conhecimento. Mostrar todas as postagens

domingo, 17 de maio de 2009

Estádios do desenvolvimento

O conhecimento sempre foi uma questão pesquisada, de modo a entender o processo pelo qual o alcançamos. Algumas teorias já foram criadas, mas Piaget é quem define por meio da experimentação o desenvolvimento de todo o conhecimento, definindo a teoria construtivista, dividida em fases que determinam este processo: período sensório-motor, pré-operacional, das operações concretas e das operações formais.
Vale lembrar que segundo Piaget, todos passam por este período de desenvolvimento sem alterar a ordem dos estádios, porém as idades pré-definidas para cada um podem apresentar alterações, devido os diferentes comportamentos entre um sujeito e outro, e suas individualidades.
Sabemos que existem diferenças múltiplas entre as pessoas, herdadas pelas relações estabelecidas, por costumes da família e dos lugares que está incluído. Ainda como professores sabemos das diferenças de nossos alunos, mas precisamos entender quais as fases de desenvolvimento que se encontram, para podermos acreditar nas capacidades de cada um.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Aprendizagem

Falar de aprendizagem é relembrar, é trazer na lembrança fatos passados que são bases para muitas ações de minha vida. Trazer presente aprendizagens significativas que já tive, me faz lembrar do tempo em que estudava, de como aprendi a ler e escrever, a me comunicar com as pessoas, e ainda como me tornei professora.
Somos sujeitos de aprendizagem, e é no ato da experimentação que adquirimos conhecimentos importantes para o nosso viver. Desde que nascemos somos ensinados, entretanto nem todas as informações se tornam aprendizagens.
No meu dia-a-dia já ouvi muito, já presenciei muitos fatos, tentei dar e seguir muitos exemplos, e percebo que na experimentação estão os fatos que mais me lembro como aprendizagem.
“Aprender é proceder a uma síntese indefinidamente renovada entre a continuidade e a novidade”. (Inhelder, Bovet e Sinclair, 1977, p.263).
Assim, logo percebo que a cada novo conhecimento surge também a oportunidade de buscar mais, de renovar e reconstruir aquilo que já sabemos.
Quanto mais se aprende mais oportunidade de buscas, logo os conceitos ditos prontos vão dando espaço para a novidade, para certezas que podem ser questionadas, aperfeiçoadas e até transformadas.
Acredito que a aprendizagem é assim, um processo de construção e reconstrução do conhecimento, por isso dizemos tanto que estamos sempre aprendendo.
Na escola também é assim que acontece, ao mesmo tempo em que ensinamos estamos aprendendo, e nossos alunos participam deste mesmo processo.
Tendo a experiência de estar junto a uma turma de pré-escolar, posso perceber nosso crescimento, tanto meu como de meus alunos.
Tenho oportunizado espaços de descobertas, partindo do que sabem e do querem conhecer, e tem dado certo. Como é bom acompanhar um processo de aprendizagem onde descobrimos juntos, podendo presenciar tanto desenvolvimento.Acredito que posso afirmar, que a partir do momento em que me propus a ensinar e aprender junto com meus alunos, desafiando-os a novas descobertas, este seja o momento em que mais vejo resultados de aprendizagens, e então seja o período profissional que mais tenho me realizado.
A inclusão escolar

Segundo consta na Constituição Federal de 1988, “a educação é direito de todos”, portanto a inclusão de alunos especiais se faz também obrigatória, uma vez que a educação é direito da população.
Entretanto, ainda estamos num debate muito importante sobre a inclusão escolar, sendo algo ainda novo e que tanto nos amedronta. Ao mesmo tempo em que estamos preocupados com a inclusão escolar, percebemos a falta de formação para os professores receberem alunos especiais e possibilitar uma educação de qualidade, com aprendizagens significativas.
Os professores são fundamentais neste processo, mas precisam de formação específica, de apoio financeiro para as instituições de ensino, para assim cumprir com seus deveres.
Quando os alunos são encaminhados as escolas especiais, muitas vezes perdem a convivência comunitária, e até mesmo a família se sente excluída.
Hoje percebo que na escola em que trabalho, poderia ter sido diferente se tivéssemos continuado recebendo alunos especiais e então nos aperfeiçoado neste processo de ensino-aprendizagem, ao invés de encaminhá-los a escola de educação especial, sem manter nenhum vínculo a mais com eles.
No lugar dos muros que se foi construindo nas escolas regulares entre as escolas especiais, foi-se distanciando dos problemas a serem enfrentados, pudéssemos derrubá-los e construir tendas, para assim tornar possível uma educação com maior equilíbrio, e uma sociedade onde as diferenças fossem respeitadas.
Projetos de Aprendizagem

Falar em projetos de aprendizagem nos dias de hoje exige uma nova concepção de pesquisa, uma vez que o conhecimento não vem pronto, mas deve ser entendido como algo inacabado, sempre em processo de construção e reconstrução.
Conhecendo e participando de um processo de elaboração de um projeto de aprendizagem tive a oportunidade de visualizar uma nova maneira de buscar conhecimento. Saímos daquela pesquisa que estávamos acostumados, onde temos perguntas e respostas prontas, que abrangem apenas uma necessidade do momento, e que mesmo parecendo mais fácil, não é tão interessante quanto a busca do que realmente queremos saber.
Analisando outros projetos das colegas, observei a qualidade do desenvolvimento da pesquisa, pois abrange vários aspectos importantes que vai além da curiosidade e da pergunta central sem desviar do assunto e do tema.
Outro aspecto importante do PA é a construção do mapa conceitual que auxilia e que permite irmos além daquilo que já conhecemos, e ainda com o propósito de observar que caminhos estamos percorrendo, o que já conhecemos e o que queremos buscar.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Constituição Federal e educação

A cada elaboração de uma nova Constituição no Brasil a educação foi sofrendo mudanças e a escola pública foi ganhando seu espaço mais democrático.
A Constituição de 1988, segundo o presidente Lula, é a responsável pela estabilidade política no país, mas acredito que ela é responsável também pela estabilidade da nossa educação.
A união, o estado e o município ficaram responsáveis pelo investimento na educação gratuita e de qualidade. Aos municípios ficou determinada a responsabilidade do ensino fundamental e educação infantil, aos estados o ensino fundamental e médio e a união o ensino em instituições federais e o repasse aos estados e municípios de verbas para complementar o orçamento quanto este necessitar.
A lei hoje favorece a educação desde que seja cumprido como está escrito. Para tanto existem o Conselhos municipais e escolares, para acompanhar e fiscalizar a vinculação de verbas para a educação, assim como a garantia da educação básica para todos.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008



História da educação brasileira

Muito se fala em educação, na sua organização e na sua história. Sabe-se, portanto que a escola é uma organização que vem sendo edificada e transformada há muito tempo.
Em nosso país não é diferente, vivemos diferentes momentos e sabemos que muitas mudanças já ocorreram, passando por vários períodos como: democrático, ditatorial e autoritário.
A escola, em diferentes períodos sempre foi uma discussão e luta de alguns a seu favor ou não.
Através dos anos foram se reformulando Constituições Federais em que se foi obtendo grandes avanços na educação brasileira, mas ao mesmo tempo muitas mudanças até chegarmos no momento atual.
Hoje temos a Lei de Diretrizes e Bases, que dá liberdade aos estados e municípios para elaborarem seus planos de educação com normas pré-estabelecidas em âmbito nacional, e é uma base que guia todo o sistema de ensino.
Sabe-se também que mesmo os estados e municípios se responsabilizando em assumir o compromisso da educação infantil, fundamental e médio, o governo federal se responsabiliza com a educação em âmbito federal e repasse para manutenção e desenvolvimento do ensino.
Conheça um pouco mais da educação brasileira em diferentes períodos, acessando uma
linha do tempo construída a partir das Constituições Federais de 1934, 1937, 1946, 1967 e 1988.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Democracia nas escolas

Hoje, depois de muito tempo de lutas em favor da educação, os sistemas educacionais encontram-se numa explosão da busca de um caráter democrático para os sistemas de ensino.
Este caráter democrático implica participação ativa da comunidade escolar, um espaço aberto de construção coletiva, uma busca do aproximar escola e sociedade.
O que acontece quando falamos em democracia é entendermos o que realmente a define. Chamou-me atenção durante a aula presencial no pólo, em que a professora Isabel da interdisciplina de Organização do Ensino Fundamental comentou que para muitos a democracia é entendida e confundida como liberdade de ação. No entanto, é representada pela participação do povo nas decisões, regida por uma organização.
Em nossas escolas o ponto principal para entendermos a democracia é a participação da comunidade escolar na realização do Projeto Político Pedagógico, o Regimento Escolar que também é entendido assim pela autonomia de sua elaboração e o Conselho Escolar presente nas diferentes decisões.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Fases da vida

Como diz Tânia Marques, Luciane Real e Jaqueline Picetti no texto “Introdução a Psicologia da Vida Adulta”, “em diferentes épocas da vida, seres humanos apresentam características diferentes”.
Mesmo já tendo passado por diversas fases na minha vida como adolescência, juventude, adulto, muitas vezes não percebi que as minhas atitudes apresentam características próprias de cada fase, sendo que em cada uma há um jeito diferente de viver com ganhos e percas.
Quando pensamos em pessoas próximas a nós, cada uma passando por fases diferentes em suas vidas, agindo de maneiras diferentes, passamos a perceber que as características são próprias da fase pela qual elas também estão vivenciando.Nossa vida é feita de fases, basta que saibamos viver todas elas em plenitude, respeitando também todas as diferenças nas pessoas que convivemos.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Matemática no Pré-escolar

Diante das diversas atividades realizadas na interdisciplina de Representação do Mundo pela Matemática, abriram-se caminhos para trabalhar conceitos matemáticos no pré-escolar.
Talvez muitas vezes esquecidos por professores que dedicam o tempo em atividades pré-estabelecidas quanto a aprendizagem apenas do conhecimento alfabético e poucos números.
Aí é que encontramos muito fracasso escolar e desgosto pela Matemática.
Percebo a grandeza e quantas formas de se trabalhar estes conceitos de Espaço e Forma, Quatro Operações, Classificação e Seriação, etc.; que levará os alunos a entenderem melhor e mais tarde conhecerem e gostarem da Matemática.
Trabalhando Espaço e Formas vamos inserindo conceitos geométricos, de classificação e seriação. E isso nos leva a pensar maneiras de introduzir diferentes conceitos em sala de aula.

quinta-feira, 22 de maio de 2008



Perguntas

Depois de erros e acertos e as dúvidas que surgiram quanto ao fazer com que meus alunos fizessem perguntas, considerei uma atividade muito valiosa, pois através dela pude motivar e conhecer o lado curioso de meus alunos.
Assim como nós temos nossas dúvidas, sentimos vontade de perguntar sobre algo e muitas vezes não temos oportunidade, podemos levar nossos alunos a praticarem seus anseios e oportunizá-los para lançarem perguntas, sem medo de dizer que “não sei”, para juntos buscarmos respostas através de pesquisas.
É através da curiosidade de nossos alunos que faremos uma educação diferente, onde tenham mais prazer em aprender, pois podemos trabalhar diferentes aspectos através das suas curiosidades.
É importante que nós professores tenhamos esta visão “global” de educação, de uma escola que busca o que o aluno trás consigo, e planeje aulas a partir do que eles querem aprender, relacionando a tudo que está a sua volta.

domingo, 11 de maio de 2008


Versão Final




Equilíbrio ambiental

Podemos observar que o equilíbrio entre nós e o meio em que vivemos é muito importante e fundamental, e é necessário repensarmos melhor que atitudes tomarmos para que este equilíbrio realmente aconteça.
O ser humano, por várias “razões”, se sentiu na “liberdade” de utilizar o meio ambiente para favorecer interesses próprios, sem se preocupar com as possíveis conseqüências que poderia causar.
Mas nem tudo pode ser considerado “perdido”, sem recuperação, pois temos a escola, e nós professores poderemos conscientizar nossos alunos a uma nova forma de transformação do meio, fazendo com que eles percebam que nós podemos fazer a diferença.
Não é tarefa fácil, mas com a nossa vontade de mudar e transformar o meio em que vivemos, podemos despertar nos nossos alunos o interesse e a curiosidade de buscarmos juntos um maior equilíbrio entre nós e o espaço da qual fazemos parte.
Precisamos “ensinar” que o homem deveria se comportar não como dono do mundo, mas como parte integrante da natureza e respeitá-la. É evidente a importância de se agir com responsabilidade e sensibilidade, conservando o ambiente saudável no presente e no futuro.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Jogos na matemática

O brincar, o jogar, segundo Piaget e Vygotsky , ajuda no desenvolvimento físico, intelectual e reforça os vínculos afetivos do ser humano com o próximo.
Os jogos apresentados nas atividades que se referem a classificação e seriação nos trouxeram uma grande satisfação em relação ao nosso trabalho enquanto professores responsáveis e prontos para a busca de algo que realmente dá prazer de ensinar e a busca de meios para nos tornarmos cada vez melhores.
Quando levamos nossos alunos a ordenar, classificar... por meios naturais (do seu dia-a-dia), estamos permitindo a eles a descoberta de grandes caminhos que irão levá-los a novas aprendizagens.

quarta-feira, 19 de março de 2008


Falar e escrever

Diante do desafio que é a Pedagogia à distância, pela sua forma em que se apresenta, de um curso mais “digital” do que oral, vamos ouvindo pouco e falando menos ainda.
Nossa rotina é comunicação virtual e muita escrita.
Após passarmos o semestre escrevendo e apresentando nossas aprendizagens e experiências aos professores, colegas e tutores, é chegado o momento de apresentarmos nossas aprendizagens oralmente.
Este momento se faz necessário em nossa vida pessoal e profissional, pois através da fala nós passamos aos que nos observam algo mais prático do que realmente aprendemos.
A expressão oral nos proporciona oportunidades de expressão e transmissão de nossos saberes.
Há uma troca de conhecimento quando nos comunicamos, seja via e-mail, MSN; mas a comunicação oral nos permite uma troca mais “humana”, onde nosso contato se torna mais completo quando falamos.
Sentimos necessidade de falar, pois assim nos sentimos melhores, mais capazes.
Particularmente gosto mais de falar do que escrever.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007



Literatura infantil e poesia

Contação de histórias é uma oportunidade para que as crianças entrem no mundo da imaginação. São momentos oportunos para se trabalhar o preconceito, as diferenças entre o bem e o mal...
Como incentivo à leitura procuro sempre contar uma história de um autor disponível na biblioteca da escola, mas que seja uma história gostosa de ouvir. Com o entusiasmo do texto contado, os alunos são incentivados a escolherem seus livros para ler e uma vez por semana um é escolhido para contar a seus colegas a história.
Quando a história é em grupo, aí sim é que eles se envolvem na contação, organização do ambiente, e na apresentação. Assim como nós nos envolvemos para a noite da contação de histórias, os nossos alunos participam ativamente para o momento.
É simplesmente fantástico este trabalho para uma boa leitura e para a socialização de nossos alunos.
Trabalhar com poesia em sala de aula também é muito interessante. Considero uma atividade na qual os alunos parecem brincar com as palavras.
Uma boa poesia apresentada é uma maneira de ver nossos alunos criarem rimas, quadrinhas, músicas, diferentes formas de apresentá-la aos colegas.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007



Música na escola


Deixo aqui neste espaço um pouco do que presenciei sobre a história da MPB para crianças.

Aliás, o livro Histórias da Música Popular Brasileira para crianças, de Simone Cit é um ótimo recurso para professores e alunos que gostam de música.
Através da exploração deste livro e de um aprofundamento do mesmo com meus alunos, através do conhecimento de artistas e músicas, de ritmo e melodia, percebi o quanto é importante trabalhar a música na escola.

Passamos a dividir com nossos alunos a grandeza que é saber ouvir, entrar no ritmo e entender a letra, pois quando isto acontece, entramos em sintonia, e a música se torna enriquecedora.
Durante toda a atividade trabalhada os alunos demonstravam-se animados e foi possível até trabalhar uma outra questão: o uso do dicionário.

Eles mesmos queriam descobrir novas palavras para melhor desenvolver e "entrar no ritmo".
Com certeza esta foi a primeira de muitas outras oportunidades em que farei momentos de música consideradas “boas” em sala de aula.

É mais um sonho realizado!

domingo, 11 de novembro de 2007

Bienal

Visitando a 6ª Bienal em Porto Alegre, muita coisa me atraiu, muita obra conheci.
Anotei uma frase de Francisco Matto, um dos artistas com obras presentes no Museu de Artes do Rio Grande do Sul que dizia assim: “Se não conseguimos as formas elementares, nunca chegaremos ao mistério”.
A Bienal era pura imaginação, foi feita para pensar.
Nas obras conhecidas de Jorge Macchi, Francisco Matto e Öyvind Fahlström, foi possível pensar além do que estava aos nossos olhos, foi possível desvendar alguns dos “mistérios” de algumas obras.
Um passeio por obras de arte que me conduziram a uma reflexão do que realmente é uma releitura de obras.
Ser artista é expressar o que se sente, abrindo espaço para a imaginação de quem observa o que foi construído.


Música na escola

Estudando a questão da música na escola e me aprofundando neste aspecto a partir de atividades relacionadas ao assunto, começo a colocar em prática em sala de aula as teorias até então estudadas.
É possível através da experiência perceber a diferença entre escutar qualquer música e entender a letra que está sendo ouvida.
Mais importante ainda, é ter a capacidade de perceber se o que ouvimos é agradável aos nossos ouvidos e se pode nos acrescentar algo.
Alison Ávila diz que “A gente acostuma o ouvido desde criança”.
É necessário então incentivar as crianças para que desde pequenas saibam valorizar uma boa canção, criticando aquelas letras que não dizem nada.
Muitas vezes, pensamos em trazer para a sala de aula, músicas tocadas em rádios e cantadas pelos alunos, porque devemos partir da realidade deles.
Mas se as crianças se acostumam com o que ouvem, será que gostam do que cantam ou simplesmente repetem o que escutam?
Disse Shinishi Suzuki que "A música é uma língua e pode ser aprendida como as crianças aprendem qualquer língua: ouvindo e imitando”.
Infelizmente isso é o que vem acontecendo com todos nós, quando ouvimos uma música e a repetimos, num simples gesto de acomodação e recepção.
Não é que devemos excluir da sala de aula um tipo de música ou outro, mas o que temos que fazer enquanto professores, é incentivar nossos alunos para o gosto pela música no que ela traz de bonito na letra e na melodia.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007


Educação e teatro

Para o teatro, os jogos desenvolvem as técnicas e habilidades pessoais, sendo que quando a pessoa está jogando ela deve receber toda a estimulação necessária.
Cabe ao professor-diretor fazer com que seus alunos recebam esta estimulação desenvolvendo suas habilidades.
O aluno deve ser bem estimulado para que tenha uma total independência entre o professor e o aluno, e o grupo devem trabalhar junto, um colaborando com o outro e se respeitando.
Quando temos conhecimento do grupo que queremos trabalhar, se torna mais fácil e prazeroso. É o que acontece em nossa sala de aula, quando conhecemos a individualidade de cada aluno, podemos estimulá-los tornando-os aptos para o teatro ou para qualquer outra atividade.
Uma idéia muito importante é que o treinamento do ator deve ser praticado no próprio local de trabalho para que as propostas sejam realizadas pelo grupo.
Uma dica simples para organização de grupos em sala de aula é organizá-los por contagem,
assim os grupos ficam diferenciados e não se corre o risco de repetição de grupos.
Nesta diversidade de grupos atingimos diferentes objetivos, que visam a socialização entre os colegas, transformando a educação em algo ainda melhor.
O teatro é parte da escola, mas nada substitui a educação em sua totalidade.
O que queremos enquanto professores é buscarmos novas formas de atrair nossos alunos, de tornar nossas aulas mais prazerosas e com muito mais aprendizagem.
Mas o objetivo é sempre o mesmo para qualquer atividade que apresentamos:
"Melhorar a educação e torná-la algo prazeroso e de muita qualidade".

domingo, 28 de outubro de 2007

Artes visuais

A arte faz parte da nossa vida, é parte dos objetos e se apresenta de diversas formas.
A arte está num prato, num quadro, numa escultura, num copo, numa faca, numa cuia de chimarrão, e em muitos trabalhos desenvolvidos nas escolas.
Nossas “obras de arte” se espalham por muitos lugares, e só observamos isto porque somos motivados para este ato.
Assim, acreditando no que é possível fazer com as mãos o que o pensamento produz, criei uma obra de arte baseada na obra de Diego Velásquez, onde a artista da obra era apenas mais uma educadora na procura da valorização da arte.


O quadro acima mostra o meu entusiasmo e o meu “acreditar” que todos nós vivemos rodeados de arte e que nós mesmos podemos construí-la.
Nós educadores também somos artistas, e exercemos nossa função como tal.
“Ensinar é uma arte.”
Esta frase tão conhecida, cujo autor desconheço faz-me refletir que se fazemos da educação também uma arte, fica possível e fácil tornar nossos alunos pessoas envolvidas com ela e capazes de produzi-las tão bem quanto qualquer pessoa, já que todos nós somos artistas e que a arte é presença em nossa vida.