Eixo 7...
Visitando o Eixo 7, relembrei algumas atividades realizadas e destaco aqui a interdisciplina de “Didática, Planejamento e Avaliação”, esta que possibilitou uma reflexão acerca do conceito de projeto, já que tem sido um assunto bem discutido por mim durante todo este ano nas experiências que realizei.
A elaboração de Projetos na escola torna a aprendizagem bem mais significativa, desde que parta do interesse do aluno, dando significado aos seus conhecimentos. O professor e os alunos sentem-se engajados num processo de busca para suas inquietações, numa proposta que não considera os conteúdos com rigidez, mas respeita os interesses de cada um, numa estrutura aberta e flexível.
Um aspecto desafiador desta metodologia é a definição de um tema, que segundo Fernando Hernández e Ventura Montserrat “o professorado e os alunos devem perguntar-se sobre a necessidade, relevância, interesse ou oportunidade de trabalhar um ou outro determinado tema”.
Tenho aprendido ao longo da experiência com Projetos de Aprendizagem, que este é um processo “que configura uma situação aberta, desestabilizadora, cujos caminhos e resultados não são pré-determinados e nem conhecidos de antemão pelos docentes”. (COSTA, Iris Elisabeth Tempel; MAGDALENA, Beatriz Corso)
Então, ao falar de projeto é preciso definir que tipo de metodologia queremos seguir, já que cada uma traz consigo diferenças quanto a sua estrutura, e na experiência vivida se mostram muito diferentes. Assumimos uma posição de orientadores e não precisamos conhecer o processo, pois vamos descobrindo juntos.
Referência:
HERNÁNDEZ, Fernando; MONTSERRAT, Ventura. Os projetos de trabalho: uma forma de organizar os conhecimentos escolares. 5ª edição, Porto Alegre: Artmed, 1998.
COSTA, Iris Elisabeth Tempel; MAGDALENA, Beatriz Corso. Revisitando os Projetos de Aprendizagem, em tempos de web 2.0.
Visitando o Eixo 7, relembrei algumas atividades realizadas e destaco aqui a interdisciplina de “Didática, Planejamento e Avaliação”, esta que possibilitou uma reflexão acerca do conceito de projeto, já que tem sido um assunto bem discutido por mim durante todo este ano nas experiências que realizei.
A elaboração de Projetos na escola torna a aprendizagem bem mais significativa, desde que parta do interesse do aluno, dando significado aos seus conhecimentos. O professor e os alunos sentem-se engajados num processo de busca para suas inquietações, numa proposta que não considera os conteúdos com rigidez, mas respeita os interesses de cada um, numa estrutura aberta e flexível.
Um aspecto desafiador desta metodologia é a definição de um tema, que segundo Fernando Hernández e Ventura Montserrat “o professorado e os alunos devem perguntar-se sobre a necessidade, relevância, interesse ou oportunidade de trabalhar um ou outro determinado tema”.
Tenho aprendido ao longo da experiência com Projetos de Aprendizagem, que este é um processo “que configura uma situação aberta, desestabilizadora, cujos caminhos e resultados não são pré-determinados e nem conhecidos de antemão pelos docentes”. (COSTA, Iris Elisabeth Tempel; MAGDALENA, Beatriz Corso)
Então, ao falar de projeto é preciso definir que tipo de metodologia queremos seguir, já que cada uma traz consigo diferenças quanto a sua estrutura, e na experiência vivida se mostram muito diferentes. Assumimos uma posição de orientadores e não precisamos conhecer o processo, pois vamos descobrindo juntos.
Referência:
HERNÁNDEZ, Fernando; MONTSERRAT, Ventura. Os projetos de trabalho: uma forma de organizar os conhecimentos escolares. 5ª edição, Porto Alegre: Artmed, 1998.
COSTA, Iris Elisabeth Tempel; MAGDALENA, Beatriz Corso. Revisitando os Projetos de Aprendizagem, em tempos de web 2.0.


