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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Eixo 7...

Visitando o Eixo 7, relembrei algumas atividades realizadas e destaco aqui a interdisciplina de “Didática, Planejamento e Avaliação”, esta que possibilitou uma reflexão acerca do conceito de projeto, já que tem sido um assunto bem discutido por mim durante todo este ano nas experiências que realizei.
A elaboração de Projetos na escola torna a aprendizagem bem mais significativa, desde que parta do interesse do aluno, dando significado aos seus conhecimentos. O professor e os alunos sentem-se engajados num processo de busca para suas inquietações, numa proposta que não considera os conteúdos com rigidez, mas respeita os interesses de cada um, numa estrutura aberta e flexível.
Um aspecto desafiador desta metodologia é a definição de um tema, que segundo Fernando Hernández e Ventura Montserrat “o professorado e os alunos devem perguntar-se sobre a necessidade, relevância, interesse ou oportunidade de trabalhar um ou outro determinado tema”.
Tenho aprendido ao longo da experiência com Projetos de Aprendizagem, que este é um processo “que configura uma situação aberta, desestabilizadora, cujos caminhos e resultados não são pré-determinados e nem conhecidos de antemão pelos docentes”. (COSTA, Iris Elisabeth Tempel; MAGDALENA, Beatriz Corso)
Então, ao falar de projeto é preciso definir que tipo de metodologia queremos seguir, já que cada uma traz consigo diferenças quanto a sua estrutura, e na experiência vivida se mostram muito diferentes. Assumimos uma posição de orientadores e não precisamos conhecer o processo, pois vamos descobrindo juntos.


Referência:
HERNÁNDEZ, Fernando; MONTSERRAT, Ventura. Os projetos de trabalho: uma forma de organizar os conhecimentos escolares. 5ª edição, Porto Alegre: Artmed, 1998.

COSTA, Iris Elisabeth Tempel; MAGDALENA, Beatriz Corso. Revisitando os Projetos de Aprendizagem, em tempos de web 2.0.

sábado, 24 de abril de 2010


Planejar

Após duas semanas, minha proposta de estágio ainda está em construção, pois há necessidades de mudanças e repensar o trabalho que estou realizando em sala de aula.
Já tenho uma meta desde o início que é a exploração de diferentes textos a partir dos contos clássicos da literatura infantil, onde os alunos se sentem atraídos e vivenciam o mundo da fantasia com o mundo real.
Porém nesta semana mudei meu caminho para Projetos de Aprendizagem, e ainda não me sinto segura para realizar este trabalho, por isso digo que minha proposta ainda está sendo construída.
Na prática é que venho tentando encontrar uma solução para fazer diferente, observando o que atrai mais, e o que não provoca interesse para meus alunos.
Então é necessário reorganizar, planejar novamente e inovar mais, para que não continue repetindo aquilo que não parece ser satisfatório nem para os alunos e nem para mim.
Continuarei tentando até acertar...

domingo, 11 de abril de 2010

Planejamento

Há algum tempo atrás, mais precisamente 30 anos iniciei uma caminhada enquanto educadora. Neste período já realizei diversos planejamentos, alguns muito vagos, sem objetivos e sem desenvolvimento; outros mais completos, onde objetivei algo e registrei fracassos e sucessos.
Planejei para turmas diferentes, troquei idéias com colegas, iniciei uma experiência no Pead e hoje me preparo para um estágio. Se apenas pensasse no tempo de experiência poderia simplesmente aceitar a concepção de que já sei tudo e como professora regente que já conheço meus alunos, suas limitações e sua forma de desenvolvimento.
Mas resolvi me desafiar a cada proposta que foi surgindo nestes sete semestres já caminhados e continuo mudando. O planejamento, tantas vezes vago, hoje tem metas, desenvolvimento, possibilidades de mudanças. Os objetivos vem em mente a cada atividade pensada e os conteúdos ganham espaço importante, e não mais um “vencer” plano de trabalho.
Meu planejamento para o estágio tem sua base numa “trilha manual”, onde tentarei inovar ainda mais, pois planejei que a aprendizagem de conteúdos escolares sejam desenvolvidos em parceria com uma abordagem tecnológica.
Acredito que seja um desafio a ser vencido, mas também de que terei muito que contar ainda neste espaço de registros de aprendizagens.

domingo, 8 de novembro de 2009

Projetos de Aprendizagem

Quando falamos em projetos escolares, a primeira visão que temos são aqueles cuja estrutura está relacionada a conteúdos pré-determinados, muitas vezes sem flexibilidade, esquecendo até mesmo dos objetivos a ele relacionados.
Estes projetos são elaborados por professores, muitas vezes não respeitando as curiosidades e interesses dos alunos, o que normalmente o torna uma proposta sem desafios e que busca respostas exatas, sem pesquisa.
Um projeto de aprendizagem é uma oportunidade de contrapor este modelo “tradicional”, partindo da curiosidade dos alunos, dando oportunidades de buscas significativas.
Segundo Iris Elisabeth Tempel Costa e Beatriz Corso Magdalena, num projeto de aprendizagem, é preciso considerar os conhecimentos prévios dos alunos, mas “é fundamental conhecermos seus pontos de partida, suas concepções ingênuas, para podermos, gradativamente, colocá-las em xeque”.
Em sua organização encontram-se as certezas provisórias que são os conhecimentos prévios, as experiências, aquilo que pensamos saber, mas que pode se tornar uma dúvida, que por sua vez instiga, provoca e desafia na busca de aprendizagens significativas.
A importância deste projeto é a flexibilidade que possui, estruturado numa perspectiva de pesquisa, mas que pode ser modificado sempre que necessário, por meio de avaliações constantes do desenvolvimento e das descobertas.
O mapa conceitual é uma importante ferramenta de um projeto de aprendizagem, é um esboço do que já foi descoberto e do que ainda é preciso descobrir, pois o que colocamos nesta ferramenta de trabalho são as certezas, as dúvidas, os conceitos, e todas as descobertas adquiridas até o momento. Ele abre caminhos, mas também traz consigo aprendizagens já adquiridas.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Educação – Civilização – Barbárie

O sistema de ensino tem uma base garantida por leis que o regem, e é nas escolas que todo este planejamento pode ser posto em prática.
A qualidade de ensino hoje poderia ser muito mais visível pelas possibilidades de cursos de formação para professores que se estende por toda a parte, porém estamos inclusos num sistema que ainda é precário quanto a disponibilidade de recursos materiais que facilitam uma educação mais qualificada.
Sabemos que é possível obter aprendizagem quando o professor passa a entender seu aluno levando-o a desafios cada vez mais significativos. Todo professor deve conhecer a família de seus alunos de maneira clara e com diálogo que transmite aos pais a segurança de que seu filho estará em mãos de quem acredita no potencial de cada um.
Na sociedade atual a barbárie é realidade, e está nos centros urbanos e nas comunidades localizadas no interior, podendo ser presenciada todos os dias.
A prática pedagógica deve buscar a construção de alunos críticos do meio em que estão inseridos, capazes de respeitar as diferenças que os cercam, participando e reconstruindo o que os envolve.Devemos criar mecanismos para que haja mudanças significativas onde for necessário, podendo construir uma sociedade mais responsável pelos seus atos. Para isso acredito na educação, pois não pode existir civilização sem que ela aconteça.

domingo, 11 de maio de 2008

sexta-feira, 18 de abril de 2008