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terça-feira, 15 de junho de 2010


Os caminhos percorridos...

Durante todo o desenvolvimento do PA, os alunos seguiram algumas estratégias de pesquisa, iniciando pela pergunta central, seguindo para as certezas e dúvidas, construindo gráficos e mapas, pesquisando com pessoas próximas e colegas da escola, na Internet e em livros.
Na semana que passou, ainda diante de algumas dúvidas, surgiu a ideia de que os pais e avós fossem convidados para trocarem informações na escola, e assim aconteceu.
Os alunos tiveram um espaço para trocarem ideias com pais e avós, ouvindo e contando histórias diversas. Foi uma troca importante para o desenvolvimento do projeto de pesquisa que estavam desenvolvendo, pois a partir da experiência vivenciada puderam descobrir respostas para algumas dúvidas que ainda existiam.
Foi um momento especial, pois os alunos falavam e tinham certeza de tudo que diziam,e as mães que estavam presente muito pouco falaram, mas se observava a alegria delas quando seus filhos compartilhavam suas aprendizagens.
Os avós, estes contagiam os netos com suas histórias, algumas reais outras imaginárias, mas todas elas interessantes no processo de descoberta.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Projetos de Aprendizagem e a Tecnologia

Quando iniciei minha caminhada no Pead encontrei muita motivação em poder descobrir e aprender por meio de recursos tecnológicos. Embora esta realidade tenha sido uma das dificuldades que encontrei, sempre senti que esta era uma motivação diferente para mim e uma grande oportunidade de estudo e descoberta.
Hoje, na proposta de trabalho com PAs em minha sala de aula percebi que a exploração de ambientes virtuais era algo instigante, a amostra e o experimento de algo novo para a construção e reconstrução do conhecimento.
Nossa realidade na escola é de um ambiente não informatizado, porém a minha ideia de uma trilha manual, onde estes ambientes foram pouco explorados de forma virtual, mas muito aproveitados na forma de escrita em papel mesmo, se tornou um desafio importante para mim e para meus alunos, pois fomos lançados a uma experiência nova para toda a escola.
O trabalho vem dando certo, e as expectativas que se lançam em cada ambiente a ser explorado mostram o quanto o processo tecnológico é uma oportunidade de crescimento e motivação.

segunda-feira, 31 de maio de 2010



A prática de Projetos de Aprendizagens...

Desenvolver um PA é se comprometer a um novo desafio, mas ao mesmo tempo é proporcionar aos alunos a busca de conhecimentos através das suas curiosidades interagindo com eles, numa construção de conhecimento baseada em formas de letramento, onde a aquisição do código escrito tem total relação ao seu uso no dia-a-dia.
No início me pareceu um tanto difícil trabalhar com esta metodologia de projetos, numa escola com poucos recursos, pois muito se falava em tecnologias na busca da pesquisa na internet, construção de blogs, onde os alunos fizessem seus registros.
Mas hoje percebo que mesmo sendo necessário o uso destes recursos, é possível desenvolvê-lo buscando outros meios de proporcionar aos alunos o interesse as buscas de respostas para as próprias curiosidades, onde um blog pode ser criado no papel pardo na parede, o e-mail pode acontecer na roca de cartas, a pesquisa pode ser na internet, à campo, em livros...
O mais importante é que o professor seja um instigador e desafiador de seus alunos neste processo de desenvolvimento do PA, para que se sintam sempre mais motivados a perceberem os caminhos necessários e possíveis para novas descobertas.

domingo, 23 de maio de 2010

Projetos de Aprendizagem

Neste espaço gostaria de compartilhar um pouco de como vem sendo realizado os PAs com meus alunos.
O primeiro desafio foi a motivação das perguntas, pois esta é uma tarefa difícil para uma prática de sala de aula, que normalmente não abria espaço para perguntas tão variadas, e ainda assim sei que as perguntas escolhidas ainda poderiam ser diferentes, mas isso não vai faltar oportunidade, pois sou a professora titular e hoje estou acreditando no PA como um forma de aprender e ensinar.
Primeiro destacaram algumas curiosidades, e depois optando por duas perguntas, se dividiram em dois grupos:
- Quais as histórias que as pessoas da nossa comunidade contam?
- Por que os meninos gostam mais de futebol que as meninas?

Em seguida os desafiei a elegeram suas certezas e dúvidas, e esta foi uma tarefa difícil para mim também, porque os alunos se apresentam muito dependente do professor, com pouca autonomia para criticar e duvidar, prática esta que acontece porque muitas vezes o professor pergunta e responde pelos e para os alunos, ou ainda são perguntas e respostas prontas.
Hoje vejo o PA como uma maneira de tornar nossos alunos mais curiosos e participativos, engajados numa proposta que aproxima a escola da realidade, onde os conteúdos e interesses são conciliados na proposta de trabalho.
Quanto a construção do mapa conceitual, havia decidido que não iria realizar por medo de falhar, porém se optei por este desafio, sentia a necessidade de propor esta organização da pesquisa, e assim o fiz.
Quando o primeiro grupo iniciou a construção do mapa, percebi que precisaram escolher palavras diferentes daquelas que estavam na pesquisa, as ligando conforme havia compreensão do grupo. Sei que fugiu um pouco do que é o objetivo do mapa, porém acredito que esta é uma construção que irá sendo assimilada aos poucos, por mim e por eles. O outro grupo já conseguiu visualizar melhor sua pesquisa por meio do mapa construído.
Agora já estão pesquisando em livros, revistas, com as pessoas da família, com colegas da escola e até já organizaram dados em forma de gráfico.
Temos pouco material, mas a proposta agora é que utilizem a Internet em minha casa, como uma oportunidade de novas descobertas.

domingo, 8 de novembro de 2009

Projetos de Aprendizagem

Quando falamos em projetos escolares, a primeira visão que temos são aqueles cuja estrutura está relacionada a conteúdos pré-determinados, muitas vezes sem flexibilidade, esquecendo até mesmo dos objetivos a ele relacionados.
Estes projetos são elaborados por professores, muitas vezes não respeitando as curiosidades e interesses dos alunos, o que normalmente o torna uma proposta sem desafios e que busca respostas exatas, sem pesquisa.
Um projeto de aprendizagem é uma oportunidade de contrapor este modelo “tradicional”, partindo da curiosidade dos alunos, dando oportunidades de buscas significativas.
Segundo Iris Elisabeth Tempel Costa e Beatriz Corso Magdalena, num projeto de aprendizagem, é preciso considerar os conhecimentos prévios dos alunos, mas “é fundamental conhecermos seus pontos de partida, suas concepções ingênuas, para podermos, gradativamente, colocá-las em xeque”.
Em sua organização encontram-se as certezas provisórias que são os conhecimentos prévios, as experiências, aquilo que pensamos saber, mas que pode se tornar uma dúvida, que por sua vez instiga, provoca e desafia na busca de aprendizagens significativas.
A importância deste projeto é a flexibilidade que possui, estruturado numa perspectiva de pesquisa, mas que pode ser modificado sempre que necessário, por meio de avaliações constantes do desenvolvimento e das descobertas.
O mapa conceitual é uma importante ferramenta de um projeto de aprendizagem, é um esboço do que já foi descoberto e do que ainda é preciso descobrir, pois o que colocamos nesta ferramenta de trabalho são as certezas, as dúvidas, os conceitos, e todas as descobertas adquiridas até o momento. Ele abre caminhos, mas também traz consigo aprendizagens já adquiridas.
Educação de Jovens e Adultos


O ser humano se constitui como sujeito nas relações que estabelece na família, na escola e com os amigos, e se torna ativo e participante quando tem oportunidades para isso. Por isso a EJA é uma importante modalidade de ensino que deve oportunizar para seus alunos e professores este espaço de relação entre leitura de mundo e leitura de palavra.
A leitura da palavra se isolada da realidade pode se tornar motivo de evasão, uma vez que não encontram sentido para aquilo que tem acesso na escola.
Conhecendo a realidade a partir de um olhar crítico, a leitura da palavra servirá como base e incentivo para a reflexão e se preciso a transformação da sociedade da qual fazem parte.
A EJA é uma modalidade de ensino que possui uma singularidade que acolhe jovens e adultos que querem se alfabetizar ou cursar alguma série da educação básica, uma vez que quando crianças não tiveram esta oportunidade. Esta singularidade está em sua forma flexível de educar, adaptando seus estudantes, a maioria trabalhadores, numa proposta que acolha a diversidade e que procure dar significado real aos conceitos de sala de aula.
O professor da EJA também é desafiado a experimentar novas experiências, e colocar na prática de sala de aula a sua própria vivência em confronto com jovens e adultos, muitas vezes da mesma faixa etária sua, num processo de troca e crescimento.
A prática da EJA precisa ter real convicção de que os jovens e adultos que buscam esta modalidade de ensino carregam consigo dificuldades de ordem socioeconômica que podem refletir na sua aprendizagem, devendo então mostrar uma relação precisa entre linguagem escolar e realidade dos alunos que dela fazem parte.

terça-feira, 15 de setembro de 2009


Planejamento

Paulo Freire disse que "sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino".
Todo o indivíduo deve agir ativamente, construir e modificar o mundo sempre que necessário, e é por isso que o papel do professor desafiador seja fundamental para que seus alunos consigam viver de maneira curiosa e participativa numa sociedade.
É necessário criar atividades interessantes onde a criança possa construir e acreditar no seu potencial, sem interferir na sua criatividade e respeitando suas individualidades, instigando-a sempre mais, provocando momentos em que ela possa também participar de trabalhos coletivos na qual vai contribuindo com suas idéias e sugestões.
O planejamento escolar é uma oportunidade de desenvolver um trabalho significativo com os alunos, transformando a sala de aula em espaços de trocas e descobertas.
Oralidade e Escrita

A língua oral e escrita é a base da comunicação de um grupo social e é por meio dela que o indivíduo expressa seus sentimentos, idéias, desejos e necessidades.
A língua, tanto na sua forma oral quanto escrita, se transforma constantemente. O progresso é responsável pela alteração de sentido, pelo desuso ou incorporação de novas palavras depois de utilizadas por um tempo, sendo ainda que cada indivíduo apresenta na fala e na escrita algumas variações culturais.
Estando diante de um padrão oral e escrito que tem uma variação culta e popular, apresentando diferenças culturais, as práticas pedagógicas precisam observar a oposição entre os padrões, mas sempre valorizando as diferenças culturais.
Sendo professora do pré-escolar recebo alunos com uma oralidade diversificada que hoje posso visualizar nas pequenas palavras que começam a escrever, por isso as práticas em sala de aula precisam mostrar os padrões de nossa língua, mas nunca apontar como “erro” qualquer variação que possa surgir.
A cultura precisa ser valorizada sempre na sala de aula, e quando se trata de oralidade e escrita não é diferente, necessitando de espaços de descobertas e valorização de cada um.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Incluir...

Como professores é necessário acreditar no potencial de nossos alunos, sejam eles ditos “normais” ou portadores de necessidades especiais.
Um primeiro desafio para nós professores ao receber um aluno com deficiência física em sala de aula, é ter o cuidado de não tratá-los como desigual, mas organizar atividades que o envolvam juntamente com os outros colegas.
Para o aluno se sentir incluído ele precisa participar e não pode ser tratado como diferente, muito menos ser ignorado por não apresentar as mesmas “habilidades” que os colegas ditos normais. O professor precisa organizar aulas que promovam a participação e o desafio para as diferentes habilidades que cada sujeito apresenta.

domingo, 17 de maio de 2009

As diferenças na escola

Na construção de um mosaico étnico-racial, sugerido pela interdisciplina de “Questões étnico-raciais na educação: Sociologia e história”, foi possível encontrar alunos, mesmo com cinco anos de idade, com preconceitos.
Acredito que estas formas de preconceito, não são “culpa” deles, mas o que se observa são adultos que ainda hoje passam de maneira errada “valores” criando formas de desvalorização do diferente.
O preconceito existe não apenas para descendentes afros, mas em várias outras situações presenciadas na sociedade e na escola. Percebo que a dificuldade de adaptação escolar é causa principal de uma sociedade que o individualismo está presente. Não são todos os alunos, mas muitos têm dificuldades de convivência por não aceitar as diferenças dos outros.
Um exemplo claro é de um aluno que não aceitava os colegas se não fossem do time dele, e por isso não conseguia um bom relacionamento na sala de aula. Após várias alternativas de diálogo, contação de histórias, estabelecendo relações de amizade, este aluno troca de time e consegue se relacionar da melhor maneira possível.
O objetivo não era a troca de time, mas a aceitação do outro como um ser diferente de si, entretanto escolheu esta opção, dizendo ser a melhor maneira de resolver tal situação.
Como professores, precisamos reavaliar nossa conduta pessoal, para que possamos auxiliar nossos alunos num processo de construção de respeito às diferenças, pois elas existem e precisam ser discutidas, com o cuidado de não apontá-las a ponto de cada vez mais separar um povo ou outro da sociedade. Falo isso porque por muitos anos só falei de índios no mês de abril, de forma que em outros meses pareciam não existir.


Um bom professor...

Todo ser humano aprende desde muito cedo a ter seus princípios e ações para conviver numa sociedade. Cada um de nós age de maneira diferente porque somos diferentes, temos nossas individualidades.
Aprendemos durante a nossa vida valores por meio da família, do meio em que vivemos, mas é preciso que se tenha uma boa estrutura pessoal na relação que estabelecemos com os outros.
Como acontece no filme “O clube do imperador”, onde o professor age de maneira infeliz com um aluno colocando-o acima do seu potencial, e prejudicando outros colegas, também nós professores precisamos estar preparados para situações diferentes que venham surgir em nossa escola e principalmente em nossa sala de aula, para podermos auxiliar nosso alunos, não só na aprendizagem, mas na construção moral de cada um.
O professor é um mediador no processo de ensino-aprendizagem, e não pode jamais beneficiar um aluno mais que outro. Temos nossos princípios e precisamos apostar neles, pois de certa forma somos exemplos para os educandos, então deveremos deixar de lado algumas preferências pessoais, para atender a todos sem distinção, dando oportunidades iguais.
Um bom professor precisa ser flexível diante de idéias distintas, assim como um bom argumentador para defender aquilo que acredita.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Projetos de Aprendizagem

Falar em projetos de aprendizagem nos dias de hoje exige uma nova concepção de pesquisa, uma vez que o conhecimento não vem pronto, mas deve ser entendido como algo inacabado, sempre em processo de construção e reconstrução.
Conhecendo e participando de um processo de elaboração de um projeto de aprendizagem tive a oportunidade de visualizar uma nova maneira de buscar conhecimento. Saímos daquela pesquisa que estávamos acostumados, onde temos perguntas e respostas prontas, que abrangem apenas uma necessidade do momento, e que mesmo parecendo mais fácil, não é tão interessante quanto a busca do que realmente queremos saber.
Analisando outros projetos das colegas, observei a qualidade do desenvolvimento da pesquisa, pois abrange vários aspectos importantes que vai além da curiosidade e da pergunta central sem desviar do assunto e do tema.
Outro aspecto importante do PA é a construção do mapa conceitual que auxilia e que permite irmos além daquilo que já conhecemos, e ainda com o propósito de observar que caminhos estamos percorrendo, o que já conhecemos e o que queremos buscar.

terça-feira, 4 de novembro de 2008



Pesquisar

Surge para nós neste semestre algo muito interessante: a pesquisa.
Por meio dela vamos percebendo a importância da descoberta do que está a nossa volta e que muitas vezes não percebemos e nem conhecemos sua história.
Ir em busca da nossa curiosidade, descobrindo algo que realmente queremos e nos envolve, é o ponto de partida de uma pesquisa.
Precisamos também estabelecer metas, traçar caminhos de descobertas, procurar informações acerca do que queremos aprender, pois para a pesquisa é necessário vontade de pesquisar, ir em busca, investigar.
Quando começamos a descobrir o novo, nos sentimos mais motivados na busca de saberes diferentes, e somos motivados a se envolver mais.
Pesquisar é uma oportunidade de conhecer e questionar.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008



História da educação brasileira

Muito se fala em educação, na sua organização e na sua história. Sabe-se, portanto que a escola é uma organização que vem sendo edificada e transformada há muito tempo.
Em nosso país não é diferente, vivemos diferentes momentos e sabemos que muitas mudanças já ocorreram, passando por vários períodos como: democrático, ditatorial e autoritário.
A escola, em diferentes períodos sempre foi uma discussão e luta de alguns a seu favor ou não.
Através dos anos foram se reformulando Constituições Federais em que se foi obtendo grandes avanços na educação brasileira, mas ao mesmo tempo muitas mudanças até chegarmos no momento atual.
Hoje temos a Lei de Diretrizes e Bases, que dá liberdade aos estados e municípios para elaborarem seus planos de educação com normas pré-estabelecidas em âmbito nacional, e é uma base que guia todo o sistema de ensino.
Sabe-se também que mesmo os estados e municípios se responsabilizando em assumir o compromisso da educação infantil, fundamental e médio, o governo federal se responsabiliza com a educação em âmbito federal e repasse para manutenção e desenvolvimento do ensino.
Conheça um pouco mais da educação brasileira em diferentes períodos, acessando uma
linha do tempo construída a partir das Constituições Federais de 1934, 1937, 1946, 1967 e 1988.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Democracia nas escolas

Hoje, depois de muito tempo de lutas em favor da educação, os sistemas educacionais encontram-se numa explosão da busca de um caráter democrático para os sistemas de ensino.
Este caráter democrático implica participação ativa da comunidade escolar, um espaço aberto de construção coletiva, uma busca do aproximar escola e sociedade.
O que acontece quando falamos em democracia é entendermos o que realmente a define. Chamou-me atenção durante a aula presencial no pólo, em que a professora Isabel da interdisciplina de Organização do Ensino Fundamental comentou que para muitos a democracia é entendida e confundida como liberdade de ação. No entanto, é representada pela participação do povo nas decisões, regida por uma organização.
Em nossas escolas o ponto principal para entendermos a democracia é a participação da comunidade escolar na realização do Projeto Político Pedagógico, o Regimento Escolar que também é entendido assim pela autonomia de sua elaboração e o Conselho Escolar presente nas diferentes decisões.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008


Semestre Novo – Novos desafios

Estamos no 5º semestre e a expectativa de novos conhecimentos já são muitas para esta nova etapa.
Estamos diante de interdisciplinas que nos levarão a grandes aprendizagens e nos tornaremos professores cada vez mais capazes de fazer a diferença em nossas escolas.
Precisamos ser curiosos para podermos entender melhor tudo o que nos rodeia e através das nossas inquietações, avançarmos cada vez mais em busca do que nos parece novo.
É necessário a cada semestre também fazer a reorganização do nosso tempo para atendermos da melhor forma tudo o que nos é proposto.
As interdisciplinas deste semestre são:

- Organização do Ensino Fundamental;
- Organização e Gestão da Educação;
- Projeto Pedagógico em Ação;
- Psicologia da vida adulta;
- Seminário Integrador V.

Teremos a oportunidade de entendermos um pouco mais de nossa organização escolar, as leis que nos regem, os pensamentos culturais que nos são transmitidos.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Ciências no pré-escolar

Como disse Paulo Freire: “Não há ensino sem pesquisa, e pesquisa sem ensino”; logo pode se reconhecer a importância destas palavras na realidade educacional em que há a preocupação em instigar nos educandos o desejo de aprender.
Tenho me surpreendido muito com experiências quanto ao ensino de Ciências no pré-escolar.
Provoquei uma atividade sobre sombra, e confesso não estar tão confiante nas respostas de meus alunos, o que me surpreendeu muito.
A estratégia que utilizei não foi pesquisar em livros, em fontes didáticas, mas instigar o conhecimento das crianças, e pude perceber o quanto trazem de conhecimento consigo.
A Ciência quer exatamente isso, a provocação, a pesquisa, a construção de conhecimento e até conceitos a partir da experimentação e da vivência de cada um.