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quinta-feira, 24 de junho de 2010

Mostra de trabalhos


Ao finalizar o estágio os alunos realizaram uma mostra de trabalhos realizados durante o desenvolvimento do PA onde a interação entre todos mostrou a importância desta arquitetura pedagógica que os levou a motivação de pesquisa tornando-os mais independentes do professor e mais curiosos.
Esta proposta de apresentação foi um momento muito significativo também para a nossa escola, pois a comunidade escolar pela primeira vez teve a felicidade de visitar uma mostra de trabalhos onde os alunos estavam motivados a falarem de suas descobertas.
No momento da contação de histórias muitas mães ali presentes conversavam entre elas que não lembravam mais da história dos três porquinhos. Portanto foi um momento para o incentivo de leituras para seus filhos em que muitas vezes a escola propõe e em casa os filhos não tem acesso e nem incentivo.
Oportunizar os alunos a irem em busca de suas curiosidades é acreditar numa educação diferente em que o professor se torna um aprendiz junto com eles e não apenas o dono da verdade.
Durante a mostra os alunos além de apresentarem seus trabalhos também puderam visitar as salas de aula das outras turmas para conhecer as descobertas dos colegas e de certa forma sendo provocados a outras pesquisas.
A partir desta proposta percebi que meus alunos estão mais motivados a aprendizagem, são mais curiosos, levantando questões, mais participativos nos debates, e acredito que cada um tem seu tempo para a aprendizagem, portanto novos PAs já estão sendo desenvolvidos, hoje com mais autonomia, e eu com mais segurança possibilitando-os a avançarem sempre mais.
Mostra de trabalhos


Ao finalizar o estágio os alunos realizaram uma mostra de trabalhos realizados durante o desenvolvimento do PA onde a interação entre todos mostrou a importância desta arquitetura pedagógica que os levou a motivação de pesquisa tornando-os mais independentes do professor e mais curiosos.
Esta proposta de apresentação foi um momento muito significativo também para a nossa escola, pois a comunidade escolar pela primeira vez teve a felicidade de visitar uma mostra de trabalhos onde os alunos estavam motivados a falarem de suas descobertas.
No momento da contação de histórias muitas mães ali presentes conversavam entre elas que não lembravam mais da história dos três porquinhos. Portanto foi um momento para o incentivo de leituras para seus filhos em que muitas vezes a escola propõe e em casa os filhos não tem acesso e nem incentivo.
Oportunizar os alunos a irem em busca de suas curiosidades é acreditar numa educação diferente em que o professor se torna um aprendiz junto com eles e não apenas o dono da verdade.
Durante a mostra os alunos além de apresentarem seus trabalhos também puderam visitar as salas de aula das outras turmas para conhecer as descobertas dos colegas e de certa forma sendo provocados a outras pesquisas.
A partir desta proposta percebi que meus alunos estão mais motivados a aprendizagem, são mais curiosos, levantando questões, mais participativos nos debates, e acredito que cada um tem seu tempo para a aprendizagem, portanto novos PAs já estão sendo desenvolvidos, hoje com mais autonomia, e eu com mais segurança possibilitando-os a avançarem sempre mais.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Projetos de Aprendizagem e a Tecnologia

Quando iniciei minha caminhada no Pead encontrei muita motivação em poder descobrir e aprender por meio de recursos tecnológicos. Embora esta realidade tenha sido uma das dificuldades que encontrei, sempre senti que esta era uma motivação diferente para mim e uma grande oportunidade de estudo e descoberta.
Hoje, na proposta de trabalho com PAs em minha sala de aula percebi que a exploração de ambientes virtuais era algo instigante, a amostra e o experimento de algo novo para a construção e reconstrução do conhecimento.
Nossa realidade na escola é de um ambiente não informatizado, porém a minha ideia de uma trilha manual, onde estes ambientes foram pouco explorados de forma virtual, mas muito aproveitados na forma de escrita em papel mesmo, se tornou um desafio importante para mim e para meus alunos, pois fomos lançados a uma experiência nova para toda a escola.
O trabalho vem dando certo, e as expectativas que se lançam em cada ambiente a ser explorado mostram o quanto o processo tecnológico é uma oportunidade de crescimento e motivação.

segunda-feira, 31 de maio de 2010



A prática de Projetos de Aprendizagens...

Desenvolver um PA é se comprometer a um novo desafio, mas ao mesmo tempo é proporcionar aos alunos a busca de conhecimentos através das suas curiosidades interagindo com eles, numa construção de conhecimento baseada em formas de letramento, onde a aquisição do código escrito tem total relação ao seu uso no dia-a-dia.
No início me pareceu um tanto difícil trabalhar com esta metodologia de projetos, numa escola com poucos recursos, pois muito se falava em tecnologias na busca da pesquisa na internet, construção de blogs, onde os alunos fizessem seus registros.
Mas hoje percebo que mesmo sendo necessário o uso destes recursos, é possível desenvolvê-lo buscando outros meios de proporcionar aos alunos o interesse as buscas de respostas para as próprias curiosidades, onde um blog pode ser criado no papel pardo na parede, o e-mail pode acontecer na roca de cartas, a pesquisa pode ser na internet, à campo, em livros...
O mais importante é que o professor seja um instigador e desafiador de seus alunos neste processo de desenvolvimento do PA, para que se sintam sempre mais motivados a perceberem os caminhos necessários e possíveis para novas descobertas.

domingo, 23 de maio de 2010

Projetos de Aprendizagem

Neste espaço gostaria de compartilhar um pouco de como vem sendo realizado os PAs com meus alunos.
O primeiro desafio foi a motivação das perguntas, pois esta é uma tarefa difícil para uma prática de sala de aula, que normalmente não abria espaço para perguntas tão variadas, e ainda assim sei que as perguntas escolhidas ainda poderiam ser diferentes, mas isso não vai faltar oportunidade, pois sou a professora titular e hoje estou acreditando no PA como um forma de aprender e ensinar.
Primeiro destacaram algumas curiosidades, e depois optando por duas perguntas, se dividiram em dois grupos:
- Quais as histórias que as pessoas da nossa comunidade contam?
- Por que os meninos gostam mais de futebol que as meninas?

Em seguida os desafiei a elegeram suas certezas e dúvidas, e esta foi uma tarefa difícil para mim também, porque os alunos se apresentam muito dependente do professor, com pouca autonomia para criticar e duvidar, prática esta que acontece porque muitas vezes o professor pergunta e responde pelos e para os alunos, ou ainda são perguntas e respostas prontas.
Hoje vejo o PA como uma maneira de tornar nossos alunos mais curiosos e participativos, engajados numa proposta que aproxima a escola da realidade, onde os conteúdos e interesses são conciliados na proposta de trabalho.
Quanto a construção do mapa conceitual, havia decidido que não iria realizar por medo de falhar, porém se optei por este desafio, sentia a necessidade de propor esta organização da pesquisa, e assim o fiz.
Quando o primeiro grupo iniciou a construção do mapa, percebi que precisaram escolher palavras diferentes daquelas que estavam na pesquisa, as ligando conforme havia compreensão do grupo. Sei que fugiu um pouco do que é o objetivo do mapa, porém acredito que esta é uma construção que irá sendo assimilada aos poucos, por mim e por eles. O outro grupo já conseguiu visualizar melhor sua pesquisa por meio do mapa construído.
Agora já estão pesquisando em livros, revistas, com as pessoas da família, com colegas da escola e até já organizaram dados em forma de gráfico.
Temos pouco material, mas a proposta agora é que utilizem a Internet em minha casa, como uma oportunidade de novas descobertas.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Projetos de Aprendizagem

Estou disposta a um novo desafio, que se resume na construção de um PA. O primeiro passo foi a motivação dos meus alunos a definição da pergunta central. No início foi muito difícil, talvez pela minha insegurança, pois foram necessários dias para que as perguntas finalmente fossem elaboradas.
Acredito que estávamos muito limitados, eu e meus alunos, a pergunta e a resposta pronta, sem muita exigência de pensamento.
O PA tem se mostrado como mais um desafio que preciso vencer com meus alunos, pois segundo Paulo Freire “Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino".
E são nessas palavras que tenho procurado a cada dia tornar minhas aulas mais instigantes, motivando meus alunos e os desafiando a acreditarem que são capazes de descobrir coisas novas e que lhes interesse.
Assim, ao mesmo tempo em que eles aprendem eu também aprendo, e as inseguranças vão dando espaço a novas descobertas.

sábado, 17 de abril de 2010

Teoria e prática

Nesta primeira semana de estágio procurei desenvolver atividades com meus alunos de maneira mais lúdica, pois acredito que mesmo tendo conteúdos pré-determinados a seguir se pode atingi-los de maneira mais agradável e interessante. E essa experiência já foi testada por mim nestes longos anos como educadora.
A escola é ambiente de estudo, de descobertas, mas é espaço também de individualidades, de imaginação...
Nas experiências de sala de aula é que se confirmam as teorias até então estudadas, e esta relação é que venho tentando estabelecer durante este período de estágio.
A teoria e a prática possuem uma ligação importante, confirmada por Paulo Freire quando cita que: “A teoria sem a prática é puro verbalismo inoperante, a prática sem a teoria é um atavismo cego".
Acredito que essa citação se torna válida quando mos comprometemos a interligar as duas, pois de nada valeria para uma vida profissional adquirir conhecimentos teóricos, com exemplos interessantes, se a prática não mostrar efetivamente tal aprendizagem.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Constituição Federal e educação

A cada elaboração de uma nova Constituição no Brasil a educação foi sofrendo mudanças e a escola pública foi ganhando seu espaço mais democrático.
A Constituição de 1988, segundo o presidente Lula, é a responsável pela estabilidade política no país, mas acredito que ela é responsável também pela estabilidade da nossa educação.
A união, o estado e o município ficaram responsáveis pelo investimento na educação gratuita e de qualidade. Aos municípios ficou determinada a responsabilidade do ensino fundamental e educação infantil, aos estados o ensino fundamental e médio e a união o ensino em instituições federais e o repasse aos estados e municípios de verbas para complementar o orçamento quanto este necessitar.
A lei hoje favorece a educação desde que seja cumprido como está escrito. Para tanto existem o Conselhos municipais e escolares, para acompanhar e fiscalizar a vinculação de verbas para a educação, assim como a garantia da educação básica para todos.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

PPP e Regimento Escolar

A elaboração do Projeto Político Pedagógico e do Regimento Escolar em nossas escolas nos oferece oportunidades de grandes avanços na educação, uma vez que possamos interagir junto com todos os segmentos escolares.
Nesta elaboração podemos organizar o currículo escolar mais voltado à realidade do educando, uma vez que é no currículo que encontramos toda a organização da escola.
O professor se envolve na elaboração destes projetos, tem autonomia de definir formas de avaliar, de ensinar e aprender.
O papel da escola é desenvolver capacidades nos alunos e como afirma Maria Beatriz Gomes da Silva “incluí-los na sociedade como cidadãos de direitos e deveres”.
Se a escola consegue se tornar algo significativo na vida das pessoas, com certeza a participação será mais ativa nas escolas, inclusive daqueles que foram alunos e que mais tarde poderão participar como membros da comunidade escolar, todos em favor de uma educação de qualidade com aprendizagens significativas.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Estudos Sociais
Durante o semestre procurei através da interdisciplina de Estudos Sociais, buscar por meio de pesquisa, discussões no fórum, aperfeiçoar minha maneira de trabalhar em sala de aula.
A noção de tempo e espaço que os alunos vão adquirindo ao longo dos primeiros anos escolares, trás como resultado a descoberta de grandes localizações.
Todos somos seres sociais, pois fazemos parte de um povo com costumes e tradições, mas o importante é que os alunos tenham o conhecimento de outros lugares e descubram as semelhanças e diferenças existentes entre uma região e outra.
Através das datas comemorativas tão faladas e lembradas na escola, podemos torná-las um recurso utilizado para descobrir as “verdades” e um momento de trabalhar as diferenças também.
Com a linha do tempo oportunizamos nossos alunos a perceberem que ao mesmo tempo em que vão construindo sua história, outros também vão construindo as suas. Então todos nós fazemos parte da história porque vivemos.
Enfim, este semestre foi de muito crescimento no meu âmbito profissional, pois fui capaz de perceber pequenas coisas que podem fazer diferença em sala de aula. O mais importante de tudo é quando aprendemos a nos voltar para nossa prática e refletir sobre ela, e isso foi uma das principais inovações que percebi em mim.

quarta-feira, 11 de junho de 2008


Estudos Sociais, tempo e espaço

Através de nossa lembrança, somos capazes de relembrar nossa história e fatos que nos marcaram.
Durante toda a nossa vida enquanto fizemos nossa própria história, muita coisa vai acontecendo paralelamente. As pessoas a nossa volta também vivem e os fatos acontecem para serem lembrados, comparados, eles existem para deixarem marcas.
Mais tarde é possível relembrar muito de nossa caminhada, e transmitir para nossos filhos, alunos e amigos.
“A construção da noção de espaço e tempo se faz em etapas”...
Nossas aprendizagens são conseqüências de um processo de construção. Para adquirirmos notáveis conhecimentos precisamos, passo a passo, de oportunidades de crescimento.
Assim desenvolvi uma atividade elaborando com meus alunos a linha do tempo, para que fosse possível desenvolverem noções de tempo e espaço, e foi um sucesso.
Em Estudos Sociais aprendemos um pouco da sociedade, dos acontecimentos da história. Para tanto precisamos construir noções de espaço e tempo, para melhor nos situarmos nos fatos e assim adquirirmos conhecimento.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Ciências no pré-escolar

Como disse Paulo Freire: “Não há ensino sem pesquisa, e pesquisa sem ensino”; logo pode se reconhecer a importância destas palavras na realidade educacional em que há a preocupação em instigar nos educandos o desejo de aprender.
Tenho me surpreendido muito com experiências quanto ao ensino de Ciências no pré-escolar.
Provoquei uma atividade sobre sombra, e confesso não estar tão confiante nas respostas de meus alunos, o que me surpreendeu muito.
A estratégia que utilizei não foi pesquisar em livros, em fontes didáticas, mas instigar o conhecimento das crianças, e pude perceber o quanto trazem de conhecimento consigo.
A Ciência quer exatamente isso, a provocação, a pesquisa, a construção de conhecimento e até conceitos a partir da experimentação e da vivência de cada um.
Matemática no Pré-escolar

Diante das diversas atividades realizadas na interdisciplina de Representação do Mundo pela Matemática, abriram-se caminhos para trabalhar conceitos matemáticos no pré-escolar.
Talvez muitas vezes esquecidos por professores que dedicam o tempo em atividades pré-estabelecidas quanto a aprendizagem apenas do conhecimento alfabético e poucos números.
Aí é que encontramos muito fracasso escolar e desgosto pela Matemática.
Percebo a grandeza e quantas formas de se trabalhar estes conceitos de Espaço e Forma, Quatro Operações, Classificação e Seriação, etc.; que levará os alunos a entenderem melhor e mais tarde conhecerem e gostarem da Matemática.
Trabalhando Espaço e Formas vamos inserindo conceitos geométricos, de classificação e seriação. E isso nos leva a pensar maneiras de introduzir diferentes conceitos em sala de aula.