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quinta-feira, 23 de abril de 2009

A inclusão escolar

Segundo consta na Constituição Federal de 1988, “a educação é direito de todos”, portanto a inclusão de alunos especiais se faz também obrigatória, uma vez que a educação é direito da população.
Entretanto, ainda estamos num debate muito importante sobre a inclusão escolar, sendo algo ainda novo e que tanto nos amedronta. Ao mesmo tempo em que estamos preocupados com a inclusão escolar, percebemos a falta de formação para os professores receberem alunos especiais e possibilitar uma educação de qualidade, com aprendizagens significativas.
Os professores são fundamentais neste processo, mas precisam de formação específica, de apoio financeiro para as instituições de ensino, para assim cumprir com seus deveres.
Quando os alunos são encaminhados as escolas especiais, muitas vezes perdem a convivência comunitária, e até mesmo a família se sente excluída.
Hoje percebo que na escola em que trabalho, poderia ter sido diferente se tivéssemos continuado recebendo alunos especiais e então nos aperfeiçoado neste processo de ensino-aprendizagem, ao invés de encaminhá-los a escola de educação especial, sem manter nenhum vínculo a mais com eles.
No lugar dos muros que se foi construindo nas escolas regulares entre as escolas especiais, foi-se distanciando dos problemas a serem enfrentados, pudéssemos derrubá-los e construir tendas, para assim tornar possível uma educação com maior equilíbrio, e uma sociedade onde as diferenças fossem respeitadas.

domingo, 11 de maio de 2008

sexta-feira, 18 de abril de 2008

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007



Sonhar e realizar


Nossa vida é feita de sonhos, muitos conseguimos alcançá-los, outras nem tanto e até ficam esquecidos.

Mas o que importa é que não deixamos de sonhar.

Que bom sonhar!

Nos levanta a auto-estima e, quando realizamos, mais ainda.
Com nossos alunos não é diferente; quando perguntamos quais seus sonhos, ficamos impressionados com suas respostas.
Procuro sempre incentivá-los a irem em busca deste sonho e compartilhar com eles que eu também tenho os meus.

É um diálogo aberto, onde eles conseguem se expor.

Quando as crianças brincam no faz-de-conta estão realizando alguns de seus sonhos em sua imaginação; mais tarde, talvez, serão realizados de verdade.

Desde o início de minha caminhada no PEAD, fui sonhando e realizando sonhos.

Como professora sempre sonhei com uma educação melhor, e hoje já sou melhor enquanto exerço meu papel docente, porque minha caminhada abre portas para a realização.